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Luther e o impacto da obsessão

Paranoia e obsessão são alguns dos principais elementos que constituem “Luther”, a nova série da AMC.

“Luther” é baseada na obra homónima criada por Neil Cross (“The Mosquito Coast”), e desenvolvida para a língua francesa por Laurent Herbiet (“Meu Coronel”) e Christian Roux (“Malaterra”). Tal como acontece na obra original, a obsessão e a paranoia, são dois elementos que ajudam a construir a narrativa deste hipnótico thriller psicológico.

No centro da trama temos Luther, um detetive talentoso e volátil, que se vê absorvido por um caso que parece não ter resolução. Encontrar e capturar um assassino de crianças é a sua missão, mas esta tarefa parece-lhe cada vez mais impossível, principalmente porque este está sempre a evadir-se à captura, algo que dá grande frustração à nossa personagem titular. Este constante fracasso na captura de um dos mais perigosos criminosos locais, levam a que Luther caia numa profunda depressão, afastando-se dos que lhe são próximo e comece a duvidar das suas capacidades. Após passar algum tempo afastado da sua carreira para recuperar, Luther acaba por aceitar um novo caso, um mistério que o coloca em rota de colisão com Alice Morgan, uma perigosa e enigmática mulher que poderá esconder a verdade sobre a morte dos seus pais. Sem saber a quem recorrer para o ajudar a desvendar este novo caso, Luther acaba por desenvolver uma obsessão por Alice, o que poderá colocar a sua carreira em perigo uma vez mais.

Os novos episódios de “Luther” ocorrem às quartas-feiras, pelas 22h10.

A série conta com um elenco que inclui nomes como: Christopher Bayemi (“J’ai menti”) no papel titular, Chloé Jouannet (“Derby Girl”) como Alice Morgan, Léo Dussollier (“Todos a Bordo!”) como Justin, Thierry Frémont (“Das Boot: O Submarino”) como Grandin, a actriz franco-portuguesa Barbara Cabrita (“A Gaiola Dourada”) como Zoé, Adèle Choubard (“Assim Não Vais Longe”) como Maggy e Sagamore Stévenin (“Innocente”) como Yann.